Digno de se destacar o programa "Terra - Vida ou Morte", produção elaborada pela TV Vanguarda (Rede Globo), que passa no Vale do Paraíba, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira e Região Bragantina.
Em 2008, a iniciativa apenas se estendeu a um programa especial (dividido em duas partes), abordando a importância da consciência da sustentabilidade nos dias atuais. Mais do que levantar o que nós homens temos causado de mal ao planeta, o programa trouxe soluções!
Este ano o programa ganhou um espaço semanal na programação da Globo.
Desejo destacar como nossa cultura brasileira ainda tem muito a aprender. Pegando apenas um exemplo do que foi abordado no programa, está a utilização das bicicletas no dia-a-dia das pessoas. Na Holanda é costume a utilização das "magrelas", com visivel apoio dos governantes, com ciclovias asfaltadas, sinalizadas. Em alguns pontos, a bicicleta tem preferência em relação aos carros.
Em nosso país, não há espaço para bicicletas. Há verdadeiras "gotas no oceano" em relação a isso. A bicicleta divide espaço com os carros na rua, havendo sempre preferência ao carro (lógico, é maior, motorizado) e risco de acidentes.
No Centro Empresarial Atibaia (localiz
ado na Rodovia D. Pedro - Atibaia/SP), vi o quanto é necessário que os engenheiros de tráfego, arquietetos/urbanistas e todas as profissões relacionadas devem procurar pensar a bicicleta como meio de transporte "oficial" e não mais alternativo.
Lá tivemos a iniciativa da Caloi (famosa marca de bicicletas no Brasil), com sua fábrica localizada neste condomínio empresarial, que montou um bicicletário no local para todas as pessoas do condomínio. Você não encontra o bicicletário lotadooo, porém, é digno destacar a consciência de alguns trabalhadores, que moravam mais próximos do CEA, de vir trabalhar na sua "magrela".
Naturalmente esta proposta ficou bem restrita a uns poucos "ciclistas/operários" já que o condomínio se localiza numa Rodovia, com trechos de subida, onde as pessoas não se arriscam a andar de bicicleta.
Confesso que pessoalmente preciso ainda ver na prática um "projeto de cidade" no Brasil que abranja ciclovias (sem ser em cidades praieiras, pois isso já vi), possibilitando que as pessoas andem numa boa com suas bikes.
Ainda aprendendo com outros países, na Alemanha também existe desconto nas compras ao levar suas garrafas PET ao supermercado, como um ponto de reciclagem. É um grande incentivo, uma maneira clara de dizer que "quem recicla tem vantagens em dobro".
Em 2008, a iniciativa apenas se estendeu a um programa especial (dividido em duas partes), abordando a importância da consciência da sustentabilidade nos dias atuais. Mais do que levantar o que nós homens temos causado de mal ao planeta, o programa trouxe soluções!
Este ano o programa ganhou um espaço semanal na programação da Globo.
Desejo destacar como nossa cultura brasileira ainda tem muito a aprender. Pegando apenas um exemplo do que foi abordado no programa, está a utilização das bicicletas no dia-a-dia das pessoas. Na Holanda é costume a utilização das "magrelas", com visivel apoio dos governantes, com ciclovias asfaltadas, sinalizadas. Em alguns pontos, a bicicleta tem preferência em relação aos carros.
Em nosso país, não há espaço para bicicletas. Há verdadeiras "gotas no oceano" em relação a isso. A bicicleta divide espaço com os carros na rua, havendo sempre preferência ao carro (lógico, é maior, motorizado) e risco de acidentes.
No Centro Empresarial Atibaia (localiz
ado na Rodovia D. Pedro - Atibaia/SP), vi o quanto é necessário que os engenheiros de tráfego, arquietetos/urbanistas e todas as profissões relacionadas devem procurar pensar a bicicleta como meio de transporte "oficial" e não mais alternativo.Lá tivemos a iniciativa da Caloi (famosa marca de bicicletas no Brasil), com sua fábrica localizada neste condomínio empresarial, que montou um bicicletário no local para todas as pessoas do condomínio. Você não encontra o bicicletário lotadooo, porém, é digno destacar a consciência de alguns trabalhadores, que moravam mais próximos do CEA, de vir trabalhar na sua "magrela".
Naturalmente esta proposta ficou bem restrita a uns poucos "ciclistas/operários" já que o condomínio se localiza numa Rodovia, com trechos de subida, onde as pessoas não se arriscam a andar de bicicleta.
Confesso que pessoalmente preciso ainda ver na prática um "projeto de cidade" no Brasil que abranja ciclovias (sem ser em cidades praieiras, pois isso já vi), possibilitando que as pessoas andem numa boa com suas bikes.
Ainda aprendendo com outros países, na Alemanha também existe desconto nas compras ao levar suas garrafas PET ao supermercado, como um ponto de reciclagem. É um grande incentivo, uma maneira clara de dizer que "quem recicla tem vantagens em dobro".
Às empresas ligar sua imagem a um hábito de vida mais saudável agrega val
or, conquistando também clientes com o mesmo pensamento (por isso, por exemplo, a busca pela certificação ISO 14001). Mais um exemplo: o Banco Bradesco, em 2008, poupou 28 milhões de KVAs (kilo volt-amperes; unidade de potência aparente - explicaremos em um próximo post), reduzindo o consumo em 7,4%. É a comprovação de que, com esforço dá para conservar o meio ambiente e ainda investir pesado em tecnologia (o banco, em 2008, é a empresa brasileira que mais investiu em TI, segundo a revista Info Exame).
or, conquistando também clientes com o mesmo pensamento (por isso, por exemplo, a busca pela certificação ISO 14001). Mais um exemplo: o Banco Bradesco, em 2008, poupou 28 milhões de KVAs (kilo volt-amperes; unidade de potência aparente - explicaremos em um próximo post), reduzindo o consumo em 7,4%. É a comprovação de que, com esforço dá para conservar o meio ambiente e ainda investir pesado em tecnologia (o banco, em 2008, é a empresa brasileira que mais investiu em TI, segundo a revista Info Exame).Logo mais falaremos de outras iniciativas destacáveis (muitas vezes com muitas controvérias) de empresas. E as que pisam "feio na bola" também, como a Shell, acusada, ainda na década de 90, de ser cúmplice na violação aos direitos humanos de nigerianos ativistas, que protestavam contra a poluição causada pela empresa. A Shell negou todas as acusações de contribuir para estas violações do governo militar da época. Atualmente, porém, buscando ajudar na reconciliação na Nigéria (segundo a própria empresa), a Shell pagou US$ 15,5 milhões para as famílias dos mortos no conflito.
*Imagens institucionais de propriedade de suas respectivas marcas.
Veja a campanha da WWF Brasil (que ganhou importantes prêmios de publicidade), Ação e Reação (bem que Newton já nos falava...):
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